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A Revista Psicologia na Actualidade- em formato Digital. Abrange todas as áreas da Psicologia, Neuropsicologia e Recursos Humanos. Crónicas de Opinião de vários autores com temas da actualidade. Para psicólogos, professores, gestores, médicos, estudantes e para o público em geral que se interesse por temáticas contemporâneas.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
4 Número da Revista Psicologia
Autores deste número:
Professora Margarida Gaspar de Matos
Dra Patrícia Roseiro
Drº Pedro Albuquerque
Dra Catarina Rodrigues
Dra Dora Bicho
Dra Linda Candeias
Equipa da Aventura Social
Dra Isabel Alexandra Almeida
Drº Diogo Gonçalves
Drº Miguel A.Batista
Drº José Vaz Quintino
Dra Rosa Silva
Professor Silvio Brito
Professor Feranando Cardoso
Dra Mariana Abecassis
Professora Margarida Gaspar de Matos
Dra Patrícia Roseiro
Drº Pedro Albuquerque
Dra Catarina Rodrigues
Dra Dora Bicho
Dra Linda Candeias
Equipa da Aventura Social
Dra Isabel Alexandra Almeida
Drº Diogo Gonçalves
Drº Miguel A.Batista
Drº José Vaz Quintino
Dra Rosa Silva
Professor Silvio Brito
Professor Feranando Cardoso
Dra Mariana Abecassis
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Breve Resumo do Artigo do Professor Luis Fructuoso Martinez para o Nº3 da Revista
“Faz o que eu te digo, não faças o que eu faço”… Todos nós conhecemos esta expressão popular de cariz moralista. Inerente a ela está a constatação de que “o que eu faço” poder incluir comportamentos desviantes que vão contra o suposto ideal racional preconizado por “o que eu te digo”. No fundo, estão em confronto duas perspectivas de actuação: a normativa – centrada na natureza da racionalidade e na lógica da tomada de decisão –, e a descritiva, que procura retratar os comportamentos reais das pessoas.
Somos permanentemente confrontados com a questão da (ir)racionalidade das nossas escolhas. É enorme a pressão (social, profissional, familiar, e até individual) para tomarmos decisões óptimas. O actual cenário de crise parece acentuar ainda mais essa tendência, dado que a escassez de recursos faz-nos pensar mais a fundo nos inúmeros apelos dos media à racionalidade no consumo e à gestão criteriosa dos nossos gastos e do nosso tempo. No entanto, frases como “é o último cigarro…”, ou “amanhã acabo o relatório…”, ou “estes sapatos ficam-me tão bem, deixa-me levá-los…” preenchem o nosso quotidiano. Ou seja, na prática, as nossas escolhas e comportamentos estão muito longe da perfeição.
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